terça-feira, 27 de maio de 2014

" DA TEORIA À PRÁTICA : O homem ideal sob a ótica das mulheres "

O planeta terra, é indiscutivelmente das mulheres; são a maioria da população, ativa e inativa. Estão nas mais diversas e distintas áreas do mercado do trabalho, atuando e exercendo funções de destaque em condições semelhantes à dos homens, porém, ainda com salários inferiores. Um ranço antigo, mas ainda vigente em pleno século XXI. Não por isso, que elas deixam de se inserir cada vez mais na sociedade, antes eminentemente masculina, hoje, pouco mais homogeneizada e, menos intolerante. Enfim, a mulher foi à luta e conquistou seu espaço, seu trono. Um salto grandioso, iniciado fortemente no final dos anos 50 do século passado, para se consolidar nos dias atuais. São maioria, nos mais variados segmentos, indo da saúde a educação, nos bancos  escolares, nas universidades, nas grandes empresas, só para ficar por aqui. O espaço é delas.
Hoje, mais bem informadas e formadas, conquistam a sua independência financeira; muitas ainda
tendo o ônus de ser a chefe de família - sem desmerecimento algum - por assumir de vez a responsabilidade de criar, gerir, sustentar os filhos de casamento(s) desfeito(s).
Senhora de si e dos seus quereres, a mulher moderna e antenada com o seu tempo - na faixa dos 25 aos 55 anos, sem querer ser excludente - viaja mais, sai mais, frequenta bares, shows e boates, se diverte mais, se insere mais na sociedade, é mais participativa.
Dentro desse contexto, partindo do princípio de que hoje, a mulher é mais independente financeiramente, ela pode escolher, à ser escolhida. Sem recalques. Porém, com toda essa evolução e conquistas, ela ainda espera pelo seu homem ideal. Não o perfeito, o príncipe encantado, porque esse não existe - segundo as próprias dizem - Entretanto, buscam no homem idealizado, o amor recíproco, o amigo, parceiro, companheiro; um ser carinhoso, gentil, protetor, ouvidor, conhecedor de seus anseios, das razões das suas dores, lágrimas e tristezas. Pacientes nas suas crises de TPM, que saibam compreender esse estágio passageiro, perceber os códigos em seus olhares quando a menstruação se avizinha, e o seu desejo aumenta ou diminui. Almejam, o ser sensível, porém másculo, com uma boa pitada de pegada, olhar atrevido, uma colher de pele de lobo, uma raspa de canalhice, pitadinhas de homem das cavernas (sempre nas horas apropriadas) uma colher de aventura, sabedoria para conhecer, saber explorar e desvendar o terreno. Misturar tudo com cuidado, mexer ora suavemente, ora com força e tenacidade; parando nos momentos certos, continuando até todos os ingredientes se homogeneizarem. Deixar descansar, sem desandar a mistura.
E nessa busca, elas exigem principalmente, que sejam autênticos, sem falsa modéstia, sem meias verdades, que seus sentimentos sejam respeitados. Fidelidade, cumplicidade, e que o sexo seja o complemento, não a razão.
Nem todas se encaixam na descrição acima, mas vou respeitar as diferenças.



6 comentários:

  1. nossa,vc me descreveu aqui neste texto!!perfeito!!
    entende da alma feminina!!

    ResponderExcluir
  2. Realmente esse lance de " Príncipe Encantado " não existe, e em nossos companheiros , namorados, maridos assim como em todas as relações, buscamos sempre o melhor, o mais... Mas será que é isso mesmo que é necessário para a nossa felicidade? Acredito muito que todos temos o que precismos para nos melhorarmos como pessoa, não apenas como mulheres que somos, pois precisamos evoluir como seres humanos, e essa busca do melhor no "outro" nada mais é do que a busca da melhora em nós mesmos, pois se queremos mais amor, companheirismo, cumplicidade, empatia, em fim o que quer que desejemos, porque não doar primeiro para assim depois receber. Atitudes modificam-se com exemplos, e creio também que quando emana-se coisas boas atraímos coisas boas para nós, as vezes não funciona assim ... Porque????? Porque as vezes não precisamos de um cara perfeito para sermos melhores e sim aprender a lidar com as diferenças, aprender e cultivar a convivência entre todos. E isso já abrange um todo muito maior...É um assunto complexo, para se pensar e procurar ver as características do outro mesmo que muitas vezes não sendo como queremos, para uma GRANDE OPORTUNIDADE de exercitarmos o que realmente importa, a paciência, sabedoria, compreensão, amor, perdão e outras virtudes tão difíceis de se encontrar não só no homem mas nos seres humanos em geral, haja vista o caos que vivemos hoje em dia nessa sociedade deturpada por valores errôneos. É para refletir, o que realmente precisamos? Será que já não temos o que realmente precisamos? Tudo depende de ótica, e hoje eu creio sim que eu tenho o homem que eu preciso ao meu lado, o homem que me faz exercitar tantas virtudes que eu não possuo rs, paciência, sabedoria, empatia... Defeitos temos, diferenças são milhões mas se fosse perfeito não teria o porque, a busca. Não haveria o eterno exercício da compreensão e do amor, que é o que vale acima de tudo!
    Muito bom o texto Salim! Abraços!!!

    ResponderExcluir
  3. Muito bom Salim! A Anna acrescentou que para termos tudo o que queremos precisamos doar, pois temos aquilo que damos. Ai pensei será que tenho dado amor primeiro? A resposta foi talvez não o suficiente... o estereótipo comum de homem cafageste nos afasta da doação, vivemos nos defendendo do amor com o intuito de se preservar... a crença que todo homem trai, mente para sobreviver permeia a mente das mulheres e para se preservar ela cria mecanismos de defesa, um deles é esperar do outro provas, se forem satisfatórias ela começa em doses homeopáticas dar o que deseja receber...mas aí as vezes já é tarde... vejo isso acontecendo com as amigas solteiras. Adorei o texto. Bjs

    ResponderExcluir
  4. Não sei muito bem onde me encaixo; mas vou observando e aprendendo

    ResponderExcluir
  5. Quando queima o chuveiro, quebra telhas, fios que se soltam, e outras cositas mais, ai sim um homem faz falta em casa. Kkkkkkk... pronto, falei.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pois é, em breve escreverei um texto sobre as auto suficientes, já escrevi sobre as amargas, aquelas que na solidão de uma desamor - mais conhecido como pé na bunda - resolvem por a culpa de tudo nas costas dos homens, e ficam desancando as amigas por pura inveja. Aprenda a consertar o chuveiro, as telhas,os fios soltos, e as "otras cositas" faça você mesma, assim não toma tempo de um homem...rsrsrsrs

      Excluir

Faça seu comentário, não há censura, o importante é a sua opinião para que eu possa me aprimorare levar o melhor aos leitores.

Powered By Blogger