quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

" UM DIA PARA SER ESQUECIDO " ( Caiu a rede )

A modernidade e a tecnologia são irmãs siamesas, andam juntas, ou quase. Em dias de chuva, quem quiser fazer uso de um celular "modernoso" - desses que só falta avisar para nós, que o saldo bancário está no vermelho - não consegue, "cai a rede", não se fala com ninguém, ninguém nos ouve, e o aparelho só chia feito panela de pressão. Enfim, lastimável !
Ontem, 11/12/13, quem foi ás compras, ou tentou fazer um saque nos bancos, caixas eletrônicos, pagar contas, receber um cobre, abastecer o veículo, comprar fraldas para o bebê, não conseguiu, a "rede" caiu, e com ela tudo o que se refere a cartões de crédito e bancários. Nada funcionou, o comércio ficou paralisado, não recebia nenhum pagamento efetuado com cartões, só em dinheiro vivinho. E hoje em dia, quem é que não possui um cartãozinho ? Pois é, estamos escravizados pela modernidade e comodidade dos cartões de plástico. Mas quando dá uma pane no "sistema", é um Deus nos acuda.
Querendo ou não, os cartões são os facilitadores do consumismo desenfreado ao qual nos submetemos, isso quando temos cacife para bancar aquilo que projetamos como sonho de consumo. Entretanto, o caos se instalou, quando o maldito sistema ruiu. Sonhos desfeitos ou adiados, paciência e tolerância zerados, calor, tensão, bafo na nuca, sovacos fétidos na cara, bafo de onça, filas intermináveis, crianças perdidas dos pais, e o "sistema fora do ar". Volta para casa; tentativa infrutífera de enviar um e-mail e, efetuar uma simples ligação telefônica. Aff... esse dia foi o Ó, o buraco da bala, o borogodó, as tranças de um rei careca !
É muito telefone vendido, e pouca rede.
Oi, tá vivo, tá claro? Tim tim, para nós !
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