Na varanda,
perfume, alor, cheiro,
frio, vento...
Pela casa, delicado andar,
passo sobre passo...
calmo caminhar...
Olhar furtivo,
desprendido,
As mãos unidas,
jeito de mulher-menina,
a meiguice, a manha,
a sanha
O medo,
desejo, o beijo,
o selo a juntar
Gemidos, suspiros,
sabores, sonhos,
os passos, os laços
Um mar,
uma lua,
um cantar,
o sol, sonhar
Bem vinda,
menina
menina
Este blog destina-se a textos e crônicas sobre assuntos relevantes e importantes à vida do cidadão. E tem como princípio levar alegria e reflexão.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
" SORRIA, VOCÊ SERÁ FELIZ ! "
Ser feliz ? Quantos já se fizeram a mesma pergunta ?
Quem já achou a resposta? Quantos ainda não?
E o que é ser feliz ?
Para mim, é um estado de espírito, uma condição mutável, porém em gozo, não há parâmetros comparáveis.
Pode-se ser feliz nas mais distintas situações. Um sorriso recebido, uma palavra doce, um elogio, flores recebidas, um olhar, um beijo, um carinho, enamorar-se, um estímulo, um abraço, aperto de mão, gravides, nascimento, amor filial, amor retribuído, uma viagem, uma chegada, partida, idas, vindas, um amor na sua forma quase infinda, mãos nas mãos, cheiro, alor, perfume, enfim...são várias as formas de sentir-se feliz. Experimente ! Doses pequenas... é recomendado !
Quem já achou a resposta? Quantos ainda não?
E o que é ser feliz ?
Para mim, é um estado de espírito, uma condição mutável, porém em gozo, não há parâmetros comparáveis.
Pode-se ser feliz nas mais distintas situações. Um sorriso recebido, uma palavra doce, um elogio, flores recebidas, um olhar, um beijo, um carinho, enamorar-se, um estímulo, um abraço, aperto de mão, gravides, nascimento, amor filial, amor retribuído, uma viagem, uma chegada, partida, idas, vindas, um amor na sua forma quase infinda, mãos nas mãos, cheiro, alor, perfume, enfim...são várias as formas de sentir-se feliz. Experimente ! Doses pequenas... é recomendado !
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
" PRÁ TUDO SE ACABAR NA 4ª FEIRA "
Calor, mormaço, ar rarefeito, suor, gente a dar com um o pau; o salão de baile mais parecia um cupinzeiro, empurra-empurra, aperto, fila no caixa, fila do bar, fila para mijar, pizão no pé, bafo no cangote. O baile carnavalesco do Grêmio Recreativo Esportivo Flor do Parque, mais conhecido como Lonjão, era concorrido; apinhava de gente. Era como nos bons tempos, nada de axé, funk batidão, só marcha carnavalesca mesmo.
Terça-feira gorda, último dia, todo mundo querendo sarrear, farrear, brincar, dançar, pular, se divertir, encher a cara, ficar, beijar muito! Carnaval é isso, soltar as amarras. Paulão, marombeiro, e torneiro mecânico, solteirão, queria se dar bem, já era a 3ª noite que ia ao baile, e o máximo que conseguiu foi dar uns selinhos e mais nada. A maré não estava para peixe. Tomou todas, cerveja, uísque, vinho, cachaça, vodca, a cabeça estava cheia. 3 horas da madrugada e nada. Foi até o bar pegar mais uma cerveja, fila quilométrica. E o salão fervendo !
Já na fila, à sua frente uma morena alta, cabelos negros, corpão de fazer padre largar a batina e pastor protestante largar o rebanho. Paulão animou-se, e para entabular uma conversa, toca o braço da morena, ela vira-se e Paulão sem perder tempo castiga :
- Ô minha deusa, pode me informar se estou na fila certa, essa é das bebidas ?
Sorrindo com o galanteio e atrevimento de Paulão, devolve :
- É sim meu rei !
- Olhaaaa (fingindo admiração ) Você não é daqui , né ?
- Sou nãoooo ! Sou da Bahia de São Salvador, vim especialmente para acompanhar umas amigas, e conhecer o lugar. Mas nos perdemos de vista. E com esse calorão, só mesmo uma cerveja para refrescar.
O papo rolou solto por 10 minutos.
Seu nome era Estela, estava a pouco tempo em São Paulo, veio tentar a vida na capital. Paulão a convidou para dividir a mesa com ele, proposta prontamente aceita.
Alah la ô..ôoo ..ôooo... mas que calor ôooo...ôoo...atravessamos o deserto do Saara...
A marchinha comendo solta, e os dois já bem íntimos, se esbaldavam. Pois é, como diz o velho deitado, que de pé cansa : A noite só acaba quando termina
Beberam, dançaram, suaram, se beijaram, se amassaram, e o baile terminando.
Pareciam dois pombinhos, cheios de amor para dar. Saíram abraçadinhos em direção ao estacionamento. Paulão solicito, abre a porta do carro, cavalheiro que só ele. Direto para o motel Star Silver, onde seu prazer brilha.
Chaves da suíte nas mãos, escurinho, beijos calientes, amassos, cheirinho no pescoço. Paulão vai desfraldando a morena, tira a mini-blusa, e tome beijos, tira o sutiã, amassos, pele colada. A moça pede um tempinho para banhar-se. Paulão prefere encher a jacuzzi, banho de espuma, para ficar em ponto de bala. A moça sai do banho enrolada na toalha, apaga a luz central, deixa só a luz da cabeceira acessa no ambiente. O galã cheio de amor para dar, cai para cima da morena, rolam na cama king-size, a moça fica de bruços. Paulão fica doido com o tamanho da buzanfã da mina, e ainda por cima, tatuado o escudo do seu time de coração, o "curintcha", é muita alegria ! Carnaval, mulherão, rabão, bebidinhas, motelzinho, tudo o que mais queria. E cai pra cima. Mão passeando no corpão da morena, de repente enche a mão nos países baixos e encontra um sacolé que mais parecia um pé de mesa !
- Mas o que que é issooooo...porraaaa !? ( esbraveja )
A morena cheia de dengo diz :
- Não se assuste meu reiiii, issso aqui é obra da natureza, venha que te prometo o céuuuu ! ( E o negócio apontado para Paulão )
Vaiiiiii curintchááááá !
Terça-feira gorda, último dia, todo mundo querendo sarrear, farrear, brincar, dançar, pular, se divertir, encher a cara, ficar, beijar muito! Carnaval é isso, soltar as amarras. Paulão, marombeiro, e torneiro mecânico, solteirão, queria se dar bem, já era a 3ª noite que ia ao baile, e o máximo que conseguiu foi dar uns selinhos e mais nada. A maré não estava para peixe. Tomou todas, cerveja, uísque, vinho, cachaça, vodca, a cabeça estava cheia. 3 horas da madrugada e nada. Foi até o bar pegar mais uma cerveja, fila quilométrica. E o salão fervendo !
Já na fila, à sua frente uma morena alta, cabelos negros, corpão de fazer padre largar a batina e pastor protestante largar o rebanho. Paulão animou-se, e para entabular uma conversa, toca o braço da morena, ela vira-se e Paulão sem perder tempo castiga :
- Ô minha deusa, pode me informar se estou na fila certa, essa é das bebidas ?
Sorrindo com o galanteio e atrevimento de Paulão, devolve :
- É sim meu rei !
- Olhaaaa (fingindo admiração ) Você não é daqui , né ?
- Sou nãoooo ! Sou da Bahia de São Salvador, vim especialmente para acompanhar umas amigas, e conhecer o lugar. Mas nos perdemos de vista. E com esse calorão, só mesmo uma cerveja para refrescar.
O papo rolou solto por 10 minutos.
Seu nome era Estela, estava a pouco tempo em São Paulo, veio tentar a vida na capital. Paulão a convidou para dividir a mesa com ele, proposta prontamente aceita.
Alah la ô..ôoo ..ôooo... mas que calor ôooo...ôoo...atravessamos o deserto do Saara...
A marchinha comendo solta, e os dois já bem íntimos, se esbaldavam. Pois é, como diz o velho deitado, que de pé cansa : A noite só acaba quando termina
Beberam, dançaram, suaram, se beijaram, se amassaram, e o baile terminando.
Pareciam dois pombinhos, cheios de amor para dar. Saíram abraçadinhos em direção ao estacionamento. Paulão solicito, abre a porta do carro, cavalheiro que só ele. Direto para o motel Star Silver, onde seu prazer brilha.
Chaves da suíte nas mãos, escurinho, beijos calientes, amassos, cheirinho no pescoço. Paulão vai desfraldando a morena, tira a mini-blusa, e tome beijos, tira o sutiã, amassos, pele colada. A moça pede um tempinho para banhar-se. Paulão prefere encher a jacuzzi, banho de espuma, para ficar em ponto de bala. A moça sai do banho enrolada na toalha, apaga a luz central, deixa só a luz da cabeceira acessa no ambiente. O galã cheio de amor para dar, cai para cima da morena, rolam na cama king-size, a moça fica de bruços. Paulão fica doido com o tamanho da buzanfã da mina, e ainda por cima, tatuado o escudo do seu time de coração, o "curintcha", é muita alegria ! Carnaval, mulherão, rabão, bebidinhas, motelzinho, tudo o que mais queria. E cai pra cima. Mão passeando no corpão da morena, de repente enche a mão nos países baixos e encontra um sacolé que mais parecia um pé de mesa !
- Mas o que que é issooooo...porraaaa !? ( esbraveja )
A morena cheia de dengo diz :
- Não se assuste meu reiiii, issso aqui é obra da natureza, venha que te prometo o céuuuu ! ( E o negócio apontado para Paulão )
Vaiiiiii curintchááááá !
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