Descia a rua em movimentos leves
Não ventava
brisa, nenhuma
Parou o tempo
Da primavera ao verão
Quiçá, para não incomodar
o seu passar
Deixando um aroma leve,
um bom perfume no ar
O olhar, um encanto
E assim passou
Foi caminhando leve e solta
Sem se ater, nem fazer conta
Esvoaçando os cabelos
dando ritmo às ancas
Um bailar fortuito
um pisar cadenciado
O sorriso arguto
Mãos regendo uma orquestra imaginária
Compassados passos
Balançando as ancas
Vai e vem cadenciado
Ombros largos
Sorriso estampado no rosto...

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