Preparando o jiló, pouco condimento
cozido em água morna,
que deixei descansando por 24 horas
Fazer um gargarejo,
dar ao corpo, um fino traquejo
Enfeita-lo com a melhor vestimenta
Nos pés, um lustroso pisante
No corpo, o melhor perfume,
ficar bonito, ou próximo disso
Caminhar pisando em nuvens,
que é pra onde me leva, a branca Janete
Sacudir a moranga, ouvindo jazz,
bossa-nova,
ou samba de raiz
Sem nem me importar com o que a Dilma diz
Fazer uma prova de amor,
um contrato de fé,
selar com um beijo
Esperar a madrugada passar
O sol raiar, terminar o nosso dia
no Remenber Café
Dizer a ela, que quero dormir e acordar
vendo seu sorriso
E que não prometo os céus
nem o infinito
Mas que vou fazer seus dias, tardes e noites
mais bonitos
E que posso não ser o poeta Vinícius
Mas que letra de samba, poesia e amor,
eu faço e, que é nosso segredo
e não se fala mais nisso
Este blog destina-se a textos e crônicas sobre assuntos relevantes e importantes à vida do cidadão. E tem como princípio levar alegria e reflexão.

muitobom,vc escreve demais!!!!
ResponderExcluirMuito feliz por estar na sua poesia, lisonjeada.
ResponderExcluirVc é uma grande amiga.
ExcluirQue chique, poesia pra amiga, no blog, no face, que honra pra amiga.
ResponderExcluirExistem pessoas que por sua singeleza, demonstração de amizade afetuosa, merecem uma referência, não sem antes pedir permissão à mesma.
ResponderExcluir