Não é um lema, nem muito menos uma filosofia de vida, é apenas uma maneira de entender que tudo tem começo, meio, fim e reticências. Como um bom perfume que aromatiza o ambiente, e que com o passar do tempo se volatiza; assim são as relações, os amores, que deixam no ar da memória a fragrância e o frescor do bom perfume. Relembrar as ruins, é uma história sem cor, sem elo, sem atracadouro, sem porto, nem âncora; um barco sem vela que segue sem rumo ao sabor das marés.
As boas, vividas, ou até mesmo as findas, têm roteiro, tema musical, trilha sonora, daquelas de nos fazer estampar um sorriso largo no rosto, já nos primeiros acordes.
Não temos inteligência para construirmos uma máquina que nos faça viajar no tempo, e lá
revivermos os bons momentos, porém temos memória seletiva para viajarmos a determinado tempo que uma canção, o aroma de um perfume, uma paisagem, um prato, uma bebida... nos levem!
Quem foi, passou, e não deixou a porta aberta, não recebeu as flores.

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