A cerveja com gosto de cinza de cigarros fumados,
noites vividas, tardes divagadas,
manhãs e noites fugidias,
daquilo que em verdade quer,
mas tem medo.
Da vida desregrada,
do dia que será tarde,
da tarde que será noite,
madrugada que vira dia.
As vontades e mentiras, criadas, projetadas, ditas;
das experiências que cobra a si,
que quer vislumbrar, tornar realidade,
um dia-a-dia,
ter uma vida que começa e termina.
Manhã, tarde, noite, um dia,
uma madrugada no meio
De pés frios,
ficar em conchinha
ouvir dizer :
tu és minha
Sem regras, horas, onde,
e quando, se inicia
ou hora que termina
Olhar nos olhos
na noite, na madrugada,
vestida, nua, mas que seja
no dia que se anuncia...
Que seja por horas,
por dias,
que seja na noite,
em que o dia termina...

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