Uma xícara de café quente, recém passado; levado na cama, ou à mesa, balcão de bar, padaria, no canto da sala de trabalho, sorvido aos poucos, pequenos goles, olhando pro nada; somente pensando no que poderia fazer com seu tempo. Divagações, suspiros profundos, a xícara posta de volta à mesa, balcão, mesinha ou o copo plástico descartado no lixo do escritório.
Voltar à realidade, encarar o fato de que mesmas responsabilidades, tem o patrão. A diferença está em quem manda.
Sonhar não paga nada, nem o cafezinho.
"O patrão nosso de cada dia, no fim do dia"
Salim Slavinscki, março 2016

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