Passavam todos por ali, era o caminho de muitos; apressadamente, quase que correndo, trôpegos, escravos dos ponteiros e das horas, mal notavam a beleza do lugar, árvores frondosas, frutíferas, amenizando o calor, abrigando dos pingos da chuva, desviando o vento dos dias frios. Sombra no calor do verão. Os bancos ainda de madeira, envernizados, contrastando com as trepadeiras, e o jardim em flor. Os passarinhos, das mais variadas espécimes, cores, cantos; davam uma sonoridade alegre e sensação de paz de espírito. Tudo mais parecia uma orquestra, essas que os poetas traduzem em palavras e , usam e abusam das metáforas.
Casais de mãos dadas, idosos, crianças correndo, brincando na sua pureza infantil, pipoqueiros, o homem do realejo, o vendedor de balões, quebra-queixo... e o vendedor de ilusões.
Toda praça, em todo lugar do mundo, tem seu vendedor de ilusão. Cantam canções, velhas e novas, alegres e tristes, de amor e de paz, em troca de umas moedas atiradas no estojo de seu instrumento.
Hora do almoço, é assim, assim mesmo, em todos os lugares do mundo !
É como sentir saudade de quem já se foi, ou está longe, distante, sem rumo, ou impedido de ver e ser visto. Aproveite sua estada na pracinha da vida !
Beijo grande !
Todos os direitos reservados - Salim Slavinscki (Abril 2013 )
Este blog destina-se a textos e crônicas sobre assuntos relevantes e importantes à vida do cidadão. E tem como princípio levar alegria e reflexão.

noooossssaaaaaa.... me vi sentada na pracinha, muito bom
ResponderExcluirA boa e velha pracinha.....!!!! Muito bom Salim. Bj.
ResponderExcluirque tal irmos passear de novo na pracinha???
ResponderExcluirPor vc, eu voaria até o sol, enfrentaria a vida como ela é, viajaria c vc pelo universo !
ExcluirPraça, mares, oceanos, terras desconhecidas, c vc, td !